Dias 24 a 27 – Florianópolis (SC) / Uberlândia (MG)

Eu e os Rizzo Loureiro20/09/2014 – Acordei sem pressa alguma, era sábado, estávamos na beira do mar, não tinha hora pra sair, enfim, um dia perfeito pra relaxar. Ao contrário dos dois dias anteriores, o sol saiu, tomamos café da manhã descemos todos pra praia, castelinho de areia com o afilhado, um solzinho pra tirar o mofo, banho de mar pra tirar o poeira do deserto, tudo que pedi a Deus!

Campeche

Depois desse spa natural saímos pra almoçar. Voltamos pra casa, descansei um pouco e, lá pelas 4 da tarde, saí em direção a Balneário Camboriú (a menos de 100 Km de Floripa), onde passaria mais alguns dias com meu irmão que mora lá.

– “Valeu, Betão!!!! Nos vemos em breve.”

Daí pra frente segui sozinho, o último membro do #86MC ainda na estrada.

Dia 2723/09/2014 – Fiquei na casa do Mano até terça-feira. Foram dias de descanso, sem compromissos, íamos pra praia, à noite saíamos pra tomar uma cervejinha e, pra não perder o costume, de vez em quando dava umas voltinhas com a Branquela pela cidade.

Na terça, dia 23/09, acordei bem cedo pra pegar estrada novamente. Tinha a intenção de rodar até Uberlândia, a 1.200 Km dali, mas não sabia se iria conseguir.

Só a irmandade
Só a irmandade

Às seis da matina já estava rodando, o tempo estava um pouco fechado e cheguei a pegar uma garoa nos primeiros quilômetros. A estrada estava muito movimentada também, o que me fez pensar que seria difícil chegar até Uberlândia.

Mas depois de Curitiba tudo melhorou, o tempo abriu e o trânsito ficou mais tranquilo, a viagem passou a render mais e eu fui animando com a possibilidade de atingir meu objetivo daquele dia.

Viajar sozinho é bem diferente, era minha primeira vez. Não tem ninguém pra gente comentar sobre a estrada e todas as decisões são somente suas, a cabeça vai longe. Não saberia dizer se é melhor ou pior do que viajar em grupo, ambas as maneiras têm seus prós e contras, ambas são ótimas!

OBS: em Santa Catarina e Paraná, moto também paga pedágio, o que é um saco, pois parar e tirar uma das luvas pra conseguir pegar dinheiro não é nada legal. Eu havia trocado uma nota de R$ 10,00 por moedas de um e deixado numa bolsinha bem a mão na tank bag o que facilitou muito minha vida. Em São Paulo moto não paga, é só passar por um corredorzinho à direita das guaritas.

lanchePor volta do meio-dia parei mais uma vez pra abastecer e aproveitei pra fazer um lanchinho rápido, foi a única refeição na estrada aquele dia. Foi só em Ribeirão Preto que tive certeza que conseguiria chegar em Uberlândia, liguei pro Lidinho, um amigo que mora lá e perguntei se poderia passar a noite na casa dele. Tudo certo, coloquei o endereço no GPS e segui viagem.

Chegando em Uberlândia já no final do dia. Hoje vi o sol nascer e se por na estrada
Chegando em Uberlândia já no final do dia. Hoje vi o sol nascer e se por na estrada

Já eram 18 h quando cheguei à Uberlândia, 12 horas de estrada. O trânsito na cidade estava infernal, bem na hora do rush. Cerca de meia hora depois estava na casa do Lidinho. Novo récorde pro meu livro, 1.200 Km em um dia.

As rotas:

Floripa / Balneário

Balneário / Uberlândia

1 Comentário


  1. Jorge, desejo para voce miauts curvas boas, fotos, e principalmente miauts, mais miauts histf3rias dessas pessoas maravilhosas que encontramos pelas estradas da vida. E o bom da gente viajar de moto e9 que parece que estamos indo a pe9, pois sentimos o che3o, o cheiro, as pedrinhas. Essa semana coloquei minha V Strom a venda e comprei uma GS, quero ir ao Peru ou Chile. Resido em Noronha e tenho uma base em Recife, onde fica a moto.

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