Dia 6 – Rio Branco (AC) / Puerto Maldonado (PER)

Dia 6 02/09/2014 – Apenas 570 Km nos separavam de Puerto Maldonado, nossa primeira cidade no Peru, mas seguimos a regra e saímos bem cedo de Rio Branco, o que, mais uma vez, mostrou-se uma decisão bem acertada.

Estrada do PacíficoQueríamos chegar logo a Puerto para trocarmos dinheiro para o combustível, visto que nenhum de nós tinha nem um centavo da moeda local, o Novo Sol (ou simplesmente Sol) e também para comprar o seguro obrigatório para veículos que rodam naquele país, o SOAT.

Alfândega: Brasil / Peru

Alfândega - Peru
Alfândega – Peru

Nossa primeira experiência na alfândega foi tranquila, embora bem demorada. Primeiro tivemos que registrar nossa saída do Brasil no posto da Polícia Federal em Assis, última cidade brasileira antes da fronteira. Depois foi cruzar a ponte sobre o Rio Acre e entrarmos em território peruano.

Carimbo de entrada no PeruFizemos nossa migração e depois foi a vez de dar entrada nas motos. Aí o bicho pegou! Só havia um oficial da alfândega para fazer os trâmites necessários, mas como também só havia uma pessoa na nossa frente, achamos que iria ser rápido. Ledo engano, o cara era uma espécie de despachante e tava com um bolo de documentos na mão, esperamos por cerca de duas horas pra sermos atendidos, mas daí pra frente foi rápido. O oficial reforçou a necessidade de comprarmos o SOAT quando chegássemos à Puerto.

Ponte na fronteira Brasil / Peru
Ponte na fronteira Brasil / Peru

Já havíamos feito reserva no hotel Wasai Eco Lodge, e graças ao mapa do projeto Péru Ruteable que instalamos em nossos GPSs, chegamos lá sem maiores dificuldades. O hotel é bem bacana, nosso quarto era um chalé na beira do Rio Madre de Dios com um visual incrível pra a ponte que dá acesso à cidade.

Rio Madre de Dios - vista do hotel
Rio Madre de Dios – vista do hotel

Uma vez instalados, fomos atrás do SOAT e de trocar dinheiro. Um funcionário do hotel, muito gentil, ofereceu-se para ir com a gente, ele chamou um táxi, nos levou a uma casa de câmbio e a uma seguradora. Tudo resolvido em menos de meia hora. Viva a hospitalidade peruana.

À noite demos uma volta a pé pela cidade, jantamos e voltamos para o hotel, nada demais. Estávamos ansiosos pra chegar logo em Cusco, ou melhor, a ansiedade era pra subir a Cordilheira, a chegada em Cusco era um mero detalhe.

A rota:

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