#86MC – Quem somos

86 Moto Clube é nome que Beto, Alt (Marcelo) e eu demos ao nosso moto clube de três pessoas. O nome vem de 1986, um ano de muitas histórias para nós três.

Este blog foi criado com o intuito de registrar uma viagem de moto que fizemos em setembro de 2014, o #86MC – Tour 2014, mas acabou abrangendo um escopo maior. Usamos esse espaço para compartilhar os passeios de moto que fazemos por aí, sejam as voltinhas do sábado de manhã, os bate-volta pelas cidades mais perto e também as viagens maiores.

Paulo Ellery

Sempre gostei de motos, acho que por influência do meu pai, que ensinou-me a pilotar sua Yamaha 125 quando eu tinha apenas onze anos de idade. Passava horas brincando de mototáxi na garagem do prédio com meus irmãos, não podia sair pra rua.

Aos 16 anos ganhei minha primeira moto, uma RD 350, ela mesma, a Viúva Negra, só que a minha era branca, preta era a do Beto, passávamos horas customizando nós mesmos as duas, fizemos adesivos “flúor” para substituir os originais, pintamos as rodas, reduzimos e “conjugamos” as setas, ficaram lindas, a minha branca com laranja e a do Beto, preta com verde-limão, só lamento profundamente não ter nenhuma foto (ah se existissem câmeras digitais naquela época!).

Crente que era gente.
Crente que era gente.

Fiquei três anos com ela e troquei por uma CBX 750, vinho, escapamento 4 em 1, uma beleza!!!! Foram cerca de quatro anos com ela até que meu pai conseguiu importar duas V-Max usadas dos Estados unidos, uma pra mim e uma pro meu irmão. Foi o começo de uma longa relação.

Que cabelo era esse?
Que cabelo era esse?

Depois de cinco anos, a liminar que autorizava a importação foi cassada e tivemos que entregá-las à Receita Federal, só que na época da importação depositamos em juízo todo o dinheiro relativo aos impostos, como tivemos que entregar as motos o dinheiro depositado nos foi devolvido corrigido e foi suficiente para comprarmos outras duas, V-Max também, só que dessa vez zero quilômetro diretamente da concessionária.

A Poderosa
A Poderosa

Fiquei incríveis 15 anos com ela, 40 mil quilômetros rodados pelas ruas de Brasília, andava pelo trânsito como se estivesse em uma CG e, tenho certeza que você sabe, a ciclística da V-Max não é das melhores. 

Foi quando resolvemos realizar um sonho de adolescência e fazer uma grande viagem de moto, a V-Max não iria me proporcionar muito conforto, tinha que trocá-la por uma moto mais adequada.

Pensei que a despedida fosse ser bem dolorosa, mas até que não foi, a emoção de trocar de moto, de estilo, de viajar, superou qualquer sensação de apego que eu pudesse ter pela “Poderosa”. Fechei o negócio da venda de manhã e à tarde já estava na concessionária da Triumph. Era uma quarta-feira, na sexta já estava de moto nova, uma Tiger 800 XC.

A Branquela, com Lotus e Ghana
A Branquela, com Lotus e Ghana

O #86MC – Tour 2014 – Brasília – Machu Picchu – Atacama, foi minha primeira grande viagem.

Beto Aloureiro

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Marcelo Reis (Alt)

Alt Rider - PiriEu: Alt, me manda teu perfil pra eu publicar lá no site.

Alt: Gatão, meia idade e com bom nível intelectual.

4 Comentários


  1. Ola, moçada do #86.
    Me chamo Sidclei, sou de Brasilia também. Em maio irei para Machu Picchu, também de Triumph Tiger. Só que não irei pelo Acre, mas por Corumbá/MS.
    Gostaria muitíssimo de fazer contato com algum de vocês para pegar umas dicas, se possível.
    Não sou cru em viagens de moto, já fui ao Chile, até vina del mar, passando por Argentina e Uruguai. Tb já fiz vários passeios pelo Brasil, mas, sempre é bom pegar as dicas com quem já fez o trecho que penso fazer.
    Meu fone é 61-98400.1234, zap tb. Se possível, podemos ter um contato?

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  2. Boa tarde Paulo, td bem.
    Acompanhei a trip de vcs e digo que realmente foi show, deu até uma invejinha, boa lógico.

    Tbm estou me programando para ir para o Atacama em Abril, está td bem encaminhado.

    Vi nas fotos que vcs tem um tanque reserva para combustível, certo?!?!
    Onde compraram, estou precisando algo assim, fino e prático.

    Abç

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    1. Olá, Thiago.
      Nossos tanques são da Rotopax, o meu tem 2 galões de capacidade e do Beto 1. Eu consegui comprar no Mercado Livre mesmo. Durante a viagem não chegamos a precisar usar o combustível deles, mas foi muito bom saber que eles estavam ali, pois algumas vezes chegamos ao posto só no cheiro da gasolina.
      Abraços …

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  3. Paulo,

    Cheguei aqui vendo um link compartilhado pelo Antonio Henrique. Caramba realização de um sonho hein. Acabei de vender a minha Daytona, estou sofrendo do stress do sem moto. Me conçando para pegar uma Tiger ou um F800GS, e sair pegando uma estrada por ai. A dona patroa aqui não ta gostando muito da ideia, mas moto ta no sangue… ela sabe que não vai ter jeito.
    Boa sorte para vocês, curtam muito. Vou ficar aqui acompanhando tudo com uma ponta de inveja boa!

    Um abraço.

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